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Mulher cega desenvolve técnica para ler pautas musicais

Partilhado por Ana Duarte a 16/05/2017 - 11:03

Sobre a solução

A Notação Tactical Stave é composta por uma pauta construída com a impressão 3D e ajuda os leitores a elevar ligeiramente as notas impressas, permitindo que músicos com deficiência visual e pessoas sem problemas de visão leiam a mesma música. Esta é uma alternativa à notação musical Braille, porque não é preciso saber Braille para se poder ler a folha.

"Quando ensaiamos, eles diziam, 'Oh, aqui há um crescendo'. O que é um crescendo? Um crescendo na minha cabeça não tem que ver com pontuação. Eu não sabia o que é. Eu não tenho nenhum crescendo. E eles depois explicaram-me o que era. Foi vergonhoso para mim", explicou.

A pianista começou a perder a visão quando era pequena e ficou cega quando tinha 13 anos. Dois anos depois, começou a tocar piano. Yeaji foi para os EUA em 2007, e depois matriculou-se na UW-Madison School of Music.

A mulher construiu este sistema enquanto trabalhava no seu doutoramento na UW-Madison School of Music. Kim criou diferentes protótipos: um feito de plástico, outro usando uma caneta de impressão 3D. Depois começou a pesquisar sobre como colocá-lo no papel, e tentou angariar dinheiro para produzir o seu projeto.

Adaptado de: http://bit.ly/1gVOeNw
https://youtu.be/Pi4Ss0QWadM

Esta solução não deverá mencionar o uso de drogas, químicas ou biológicas (incluíndo alimentos); dispositivos invasivos; conteúdo ofensivo, comercial ou inerentemente perigoso. Esta solução não foi validada medicamente. Prosseguir com atenção! Em caso de dúvidas, por favor consulte um profissional de saúde.

Sobre o autor

Yeaji Kim, nascida na Coreia do Sul, em 1981, é uma pianista cega que inventou Tactile Stave Notation, um sistema relacionado com impressão 3D para ajudar pessoas com deficiências visuais a ler pautas impressas em 3D, como uma alternativa à leitura musical através do Braille. Yeaji projetou este sistema para que qualquer pessoa, com deficiência visual ou não, conseguisse ler as pautas. Ela também desenvolveu esta solução porque as pautas em Braille são altamente complexas e ainda podem não conter alguma informação inicialmente incluída na pauta.

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